Na mídia

Para disseminar o conhecimento e promover a cultura sobre saúde mental no País, os especialistas do Instituto Ame sua Mente participam de reportagens e entrevistas nos diversos canais de mídia. Confira!

Transtornos Mentais

Aumento de atendimentos em saúde mental entre crianças de 5 a 9 anos indica maior sofrimento emocional infantil em SP

Aumento de atendimentos em saúde mental entre crianças de 5 a 9 anos indica maior sofrimento emocional infantil em SP

O sofrimento emocional infantil tem se intensificado no Brasil, especialmente entre crianças mais novas. Um artigo de opinião do Estadão, com participação do psiquiatra e especialista do Instituto Ame Sua Mente, Gustavo Estanislau, revela um cenário preocupante: o aumento expressivo dos atendimentos em saúde mental entre crianças de 5 a 9 anos e sua relação com mudanças no estilo de vida — principalmente o uso precoce de telas.

Ao mesmo tempo, os casos mais graves também avançaram. As internações psiquiátricas nessa faixa etária cresceram 8%, indicando que o sofrimento emocional infantil não apenas aumentou, mas também se tornou mais complexo.

 

Aumento expressivo nos atendimentos em saúde mental

De acordo com o artigo, dados da Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo mostram que, somente em 2025, foram realizados 1,2 milhão de atendimentos ambulatoriais para crianças entre 5 e 9 anos. O número representa um crescimento de 50% entre 2023 e 2025 — o maior entre todas as faixas etárias.

Ao mesmo tempo, os casos mais graves também avançaram. As internações psiquiátricas nessa faixa etária cresceram 8%, indicando que o sofrimento emocional infantil não apenas aumentou, mas também se tornou mais complexo.

 

O que está por trás do sofrimento emocional infantil

O artigo destaca que diferentes fatores contribuem para esse cenário. De um lado, há condições de origem genética, como transtornos do desenvolvimento. De outro, fatores ambientais têm ganhado protagonismo, incluindo quadros de ansiedade e depressão associados ao estilo de vida contemporâneo.

Nesse contexto, o texto chama atenção para o papel das famílias e, principalmente, para a introdução precoce de dispositivos digitais no cotidiano das crianças.

Para se aprofundar no tema das telas e seus impactos, leia também no blog:

Telas fazem mal às crianças e adolescentes?

 

O uso de telas por crianças de forma precoce

O psiquiatra infantil e especialista do Instituto Ame Sua Mente, Gustavo Estanislau, traz uma análise central para compreender o avanço do sofrimento emocional infantil. De acordo com Gustavo, o uso de telas afasta as crianças das brincadeiras livres e das interações presenciais, prejudicando o desenvolvimento de habilidades psíquicas, motoras e  socioemocionais.

O especialista também destaca impactos importantes no comportamento e nas emoções. Isso porque o excesso de telas pode deixar as crianças mais sensíveis à frustração, hiper-reativas ao tédio  e mais estressadas. Como consequência, surgem dificuldades relacionadas ao sono,, à alimentação e à regulação emocional — aspectos fundamentais para o desenvolvimento saudável na infância.

 

Um paradoxo no cuidado com as crianças

Outro ponto importante levantado pelo artigo é o paradoxo presente na relação das famílias com a saúde mental infantil. Por um lado, pais e responsáveis estão mais atentos aos sinais de sofrimento emocional e buscam ajuda profissional com mais rapidez. Por outro, muitas vezes são esses mesmos adultos que permitem o uso excessivo de celulares, jogos e redes sociais.

Assim, embora haja avanços na identificação precoce do sofrimento psíquico, persistem hábitos que podem contribuir para o agravamento do problema.

 

Leia o artigo completo
Publicado em 08 de abril de 2026.
*Conteúdo restrito a assinantes.

 

Como conviver com uma pessoa com transtorno bipolar?

Como conviver com uma pessoa com transtorno bipolar?

O relacionamento com uma pessoa com transtorno bipolar (TAB) pode trazer desafios, especialmente quando a doença não é bem compreendida ou quando o tratamento não é seguido de forma adequada.

Isso acontece porque o transtorno bipolar (TAB) envolve oscilações intensas de humor, com alternância entre episódios de depressão e de mania ou hipomania. Essas mudanças, por sua vez, afetam energia, comportamento, sono e relações sociais.

Por isso, o impacto do transtorno não se limita apenas à pessoa diagnosticada. Na prática, ele se estende a todo o círculo familiar e social.

Relacionamento e apoio a uma pessoa com transtorno bipolar

Em matéria publicada na Folha de S.Paulo, o psiquiatra e presidente do Instituto Ame Sua Mente, Rodrigo Bressan, destaca um ponto central: incluir a família e as pessoas próximas no cuidado faz toda a diferença.

De acordo com o especialista, quando o entorno compreende o transtorno, reconhece os sintomas como manifestações da doença — e não como falhas morais ou problemas de caráter — o cuidado se torna mais efetivo. Assim, há menos culpa, conflitos e estigmatização.

Da mesma forma, separar a pessoa do transtorno contribui para a preservação dos vínculos afetivos. Em momentos de crise, alguns comportamentos podem parecer desproporcionais. No entanto, eles estão diretamente relacionados aos sintomas da doença e não, necessariamente, à intenção ou à personalidade do indivíduo.

Transtorno bipolar: dados e tratamentos

Segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), mais de 140 milhões de pessoas convivem com o transtorno bipolar no mundo. Além disso, a condição apresenta forte componente genético: estima-se que cerca de 80% dos casos têm origem hereditária.

Embora o transtorno bipolar não tenha cura, o tratamento contínuo ajuda a controlar os sintomas e reduz tanto a frequência quanto a intensidade das crises. Em geral, médicos combinam medicações estabilizadoras de humor com acompanhamento psicológico.

Quando as pessoas seguem o tratamento corretamente, a maior parte delas consegue estudar, trabalhar, construir vínculos afetivos e manter uma rotina com mais qualidade de vida. Com isso, a convivência se torna mais estável e menos marcada por episódios agudos.

Em síntese, informação baseada em evidências, cuidado profissional e apoio familiar e social fortalecem relações mais saudáveis.Convivendo com uma pessoa com transtorno bipolar

Leia a matéria completa. 

Publicada em: 13 de janeiro de 2026

Rodrigo Bressan fala sobre saúde mental e bem-estar no CBN Madrugada

Rodrigo Bressan fala sobre saúde mental e bem-estar no CBN Madrugada

 

Rodrigo Bressan fala sobre saúde mental e bem-estar emocional

O início do ano costuma abrir espaço para revisões. Nesse contexto, a campanha Janeiro Branco convida a sociedade a falar sobre saúde mental e bem estar emocional de forma mais aberta, além de incentivar o cuidado com o bem-estar. Foi nesse cenário que Rodrigo Bressan, psiquiatra e presidente-fundador do Instituto Ame Sua Mente, participou do programa CBN Madrugada. Ao longo da conversa, ele aborda, entre outros temas, ansiedade, a glamourização dos diagnósticos e o papel das relações interpessoais como fator de proteção.

De acordo com o psiquiatra, “todos nós precisamos lidar com desafios para manter a saúde mental em equilíbrio — e lidar com situações estressantes faz parte desse processo”. Nesse sentido, o mais importante é desenvolver mecanismos para enfrentar essas situações e, dessa forma, retomar o estado de equilíbrio.

Assim, o sofrimento nem sempre é patológico. Emoções como tristeza, ansiedade e medo fazem parte da experiência humana e cumprem uma função essencial: sinalizam mudanças, perdas e desafios.

No entanto, o transtorno mental surge quando esse desequilíbrio emocional se intensifica, persiste e, principalmente, passa a limitar a vida cotidiana. Ou seja, o critério não é apenas sentir, mas o impacto desse sentir no dia a dia.

Ansiedade e saúde mental

Bressan também chama atenção para o cenário atual, marcado por guerras, violência urbana, excesso de informação e instabilidade. Em geral, esses fatores impactam a saúde mental e bem-estar emocional

Diante disso, a ansiedade ganha destaque. “O Brasil é conhecido por ter uma das mais altas taxas de ansiedade no mundo”, diz. Ainda assim, sentir ansiedade em alguns momentos é algo natural.

Por outro lado, quando os sintomas da ansiedade se intensificam, se tornam frequentes e passam a prejudicar relações, trabalho ou estudos, é necessário investigar. Quanto antes os sinais são reconhecidos, maiores são as chances de um diagnóstico adequado e de intervenções mais eficazes.

Ouça também:

O que é ansiedade?

O risco da “glamourização” de diagnósticos

O psiquiatra também alerta para um fenômeno recente: a “glamourização” dos diagnósticos. Nas redes sociais, condições como o Transtorno do Espectro Autista (TEA) e o Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH), muitas vezes são tratadas de forma superficial ou romantizada. Como resultado, cresce o número de autodiagnósticos.

Porém, o diagnóstico de qualquer transtorno exige avaliação clínica cuidadosa. Caso contrário, há risco de erros, atraso no tratamento adequado e até aumento do sofrimento.

Relações humanas são fundamentais para o cuidado emocional

Além do tratamento especializado, o psiquiatra destacou um dos pilares da saúde mental: as relações interpessoais.

De acordo com o psiquiatra, grande parte do suporte emocional vem das conexões humanas. Relações baseadas em segurança, confiança e admiração mútua funcionam como um importante fator de proteção contra o sofrimento psíquico. Portanto, fortalecer vínculos familiares, amizades e redes de apoio é uma estratégia poderosa para promover saúde mental e bem-estar emocional.

Leia também:

Dia Mundial do Amor: por que os vínculos fazem tão bem para saúde

A importância do propósito de vida

Outro ponto destacado pelo presidente-fundador do Instituto Ame Sua Me é a importância de se ter um propósito de vida. Com isso, aumenta a capacidade das pessoas de seguir em frente, mesmo diante de desafios.

Da mesma forma, olhar para a saúde mental e bem-estar emocional com mais respeito, humildade e sem preconceito favorece uma compreensão mais profunda de si e dos outros. Além disso, essa postura reduz julgamentos e favorece uma sociedade mais empática e acolhedora.

Por fim, a fala do psiquiatra aponta para um equilíbrio necessário. Nem tudo deve ser medicalizado. Por outro lado, nem tudo deve ser normalizado. Entre esses dois extremos, está o cuidado informado.

Ouça o programa completo.
A participação de Rodrigo Bressan começa em 01:01:10.

Programa publicado em 08 de janeiro de 2026.

 

Diagnóstico psiquiátrico precoce e esquizofrenia: o que o caso de Vaqueirinho revela

Diagnóstico psiquiátrico precoce e esquizofrenia: o que o caso de Vaqueirinho revela

Em reportagem publicada pelo jornal O Globo, o caso de Gerson de Melo Machado, conhecido como Vaqueirinho, expõe falhas estruturais no cuidado em saúde mental no Brasil. Nesse contexto, o episódio evidencia, sobretudo, os desafios relacionados ao diagnóstico psiquiátrico precoce da esquizofrenia e à ausência de políticas públicas capazes de garantir acompanhamento contínuo.

Gerson morreu aos 19 anos após invadir o recinto de uma leoa em um zoológico na Paraíba. Sua história revela um percurso marcado por sofrimento psíquico, exclusão social e vulnerabilidade.

Ao longo da vida, o jovem enfrentou abandono, pobreza e sucessivas passagens por instituições. Ainda assim, o sistema de saúde não ofereceu uma resposta integrada capaz de reconhecer os sintomas da esquizofrenia e iniciar o diagnóstico psiquiátrico precoce de forma adequada.

Como consequência, um transtorno mental grave evoluiu sem cuidado contínuo, agravando o sofrimento e limitando as possibilidades de intervenção. O caso demonstra, portanto, a urgência de fortalecer a rede de atenção psicossocial e as políticas públicas de prevenção, garantindo tratamento, proteção social e dignidade às pessoas em sofrimento mental.

A importância do diagnóstico psiquiátrico precoce

Para o psiquiatra Rodrigo Bressan, presidente do Instituto Ame Sua Mente e pesquisador especializado em esquizofrenia, o caso revela um dos principais limites do atual modelo de atenção em saúde mental. Neste sentido, ele destaca que o sistema ainda investe pouco em prevenção e no tratamento precoce.

Embora a reforma psiquiátrica tenha representado um avanço ao romper com a lógica manicomial, na prática, a assistência em saúde mental no Brasil ainda é majoritariamente reativa. Em geral, os serviços atendem as pessoas apenas quando o quadro já se agravou

Por outro lado, quem recebe diagnóstico psiquiátrico precoce tende a ter melhor acesso ao tratamento e maior adesão ao cuidado. Além disso, os resultados costumam ser significativamente melhores quando o acompanhamento começa cedo.

Bressan ainda destaca que muitas pessoas com esquizofrenia estudam, trabalham, constroem vínculos e mantêm uma vida funcional desde que recebam apoio adequado desde o início.

Tratamento da esquizofrenia e rede de cuidado integral

O tratamento da esquizofrenia envolve diferentes frentes, como:

  • medicação

  • acompanhamento multiprofissional

  • terapia ocupacional

  • apoio às famílias

  • e ações contínuas de combate ao preconceito

Quando esse cuidado é estruturado, as internações tornam-se menos frequentes e a qualidade de vida melhora.

No caso de Gerson, mesmo diante de um quadro já agravado, ainda havia possibilidades de cuidado. Mas, a ausência de uma rede de proteção articulada contribuiu para a intensificação do sofrimento psíquico e para um desfecho que poderia ter sido evitado.

Dessa forma, a história de Vaqueirinho reforça a necessidade de políticas públicas que assegurem diagnóstico precoce e tratamento adequado da esquizofrenia, prevenindo trajetórias marcadas por exclusão, violência e abandono.

Leia a reportagem completa.

Publicada em 09 de dezembro de 2025.

Debate sobre a Esquizofrenia volta a acender

Debate sobre a Esquizofrenia volta a acender

A morte de Gerson de Melo Machado, um jovem de 19 anos que entrou na jaula de uma leoa em um zoológico de João Pessoa, reacendeu o debate sobre esquizofrenia no país. Assim, o caso expõe uma realidade conhecida: falta de políticas consistentes, diagnóstico tardio, acompanhamento frágil e pouco suporte às famílias. Esses fatores se somam e aumentam o risco de situações extremas e evitáveis.

O psiquiatra Rodrigo Bressan, presidente-fundador do Instituto Ame Sua Mente, comenta o episódio em entrevista à Folha de S.Paulo. Ele lembra que muitos casos graves podem ser prevenidos quando o cuidado começa cedo, principalmente no primeiro episódio psicótico. “O tratamento funciona. Dá trabalho, tem efeitos colaterais, mas funciona. Tratar cedo e direito muda completamente a trajetória.

A reportagem também mostra que jovens acompanhados em serviços especializados desde o primeiro episódio de esquizofrenia aderem melhor ao tratamento. Como resultado, conseguem reduzir recaídas, evitar agravamentos e acessar suporte qualificado. Esse apoio é fundamental, sobretudo porque muitas famílias enfrentam medo, culpa ou desinformação ao lidar com os primeiros sinais da doença.

Por que o debate sobre a esquizofrenia voltou a ganhar força?

Episódios como o de Gerson revelam um padrão preocupante. Isso ocorre porque a integração entre os serviços de saúde mental ainda é limitada. Além disso, o acesso a equipes especializadas segue restrito, e protocolos eficazes de acompanhamento de longo prazo muitas vezes não são implementados. Como consequência, jovens em sofrimento psíquico severo acabam circulando por serviços desconectados, sem continuidade no cuidado. Nesse cenário, o risco de crises graves aumenta significativamente.

Veja mais sobre a o tratamento aqui! 

Diante desse cenário, especialistas defendem:

  • Diagnóstico precoce;
  • Intervenção ágil no primeiro surto psicótico;

  • Tratamento contínuo e baseado em evidências;

  • Treinamento e apoio às famílias;

  • Combate ao estigma e às narrativas que associam transtornos mentais à violência.

Por fim, Bressan reforça que tragédias isoladas não devem alimentar discursos estigmatizantes. Ao contrário, elas precisam impulsionar políticas públicas consistentes e ampliar o acesso a cuidados de saúde mental de qualidade, para que jovens e famílias construam trajetórias mais seguras e dignas.

Confira a matéria completa aqui! 

FOLHA DE SÃO PAULO- 15.01.25

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NEXO: Qual o quadro da saúde mental de crianças e adolescentes no Brasil

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