Na mídia

Para disseminar o conhecimento e promover a cultura sobre saúde mental no País, os especialistas do Instituto Ame sua Mente participam de reportagens e entrevistas nos diversos canais de mídia. Confira!

Jovens / Crianças / Famílias

Hobbies como pintura ajudam no bem-estar e no foco, destaca especialista em matéria do SPTV

Hobbies como pintura ajudam no bem-estar e no foco, destaca especialista em matéria do SPTV

Hobbies como pintura ajudam no bem-estar e no foco, destaca especialista em matéria do SPTV

Atividades simples e prazerosas podem ter um grande impacto na saúde mental. E é justamente aí que entram os hobbies. Por exemplo, uma reportagem exibida pelo SPTV, da TV Globo, mostrou como os livros de colorir — cada vez mais populares entre crianças e adultos — funcionam como uma poderosa ferramenta de relaxamento e foco.

O psiquiatra da infância e adolescência Gustavo Estanislau, especialista do Instituto Ame Sua Mente, explicou os benefícios psicológicos associados a esse tipo de passatempo.

Segundo o especialista, colorir vai muito além de uma diversão despretensiosa. Pelo contrário, trata-se de um hobby que ativa o córtex pré-frontal do cérebro — região diretamente ligada às chamadas funções executivas. Entre elas, destacam-se a autorregulação emocional, a atenção e a tomada de decisões. Assim, “quando essas atividades são praticadas com frequência, há um desenvolvimento real dessas capacidades mentais”, afirma Estanislau.

Além disso, a prática tem se mostrado útil em um mundo dominado pelas telas. Nesse cenário, crianças com TDAH, como o Cauê, de 10 anos, apresentam melhora na concentração e na regulação emocional. Isso ocorre quando trocam o celular pelos lápis de cor. Já para os adultos, os hobbies manuais reduzem o estresse e oferecem uma pausa mental no ritmo acelerado do dia a dia.

A reportagem ainda destacou que os livros de colorir estão entre os mais vendidos nas livrarias brasileiras. Ou seja, o hobby conquistou diferentes faixas etárias e classes sociais. Por exemplo, a tatuadora Beatriz encontrou na pintura uma forma de relaxar depois do trabalho. Ao mesmo tempo, aproveita para aprimorar técnicas úteis à profissão.

Portanto, em tempos de hiperconexão e sobrecarga digital, retomar hobbies analógicos — como a pintura — é uma forma simples, eficaz e acessível de cuidar da saúde mental.

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Violência virtual: impacto do cyberbullying na saúde mental de adolescentes

Violência virtual: impacto do cyberbullying na saúde mental de adolescentes

Violência virtual: impacto na saúde mental de adolescentes
A violência virtual, especialmente o cyberbullying, tem provocado sérios impactos na saúde mental de adolescentes.

De acordo com uma recente pesquisa norte-americana, mais da metade dos jovens entre 13 e 17 anos sofreu ofensas, boatos e constrangimentos nas redes sociais. O problema é que essas agressões virtuais não ficam só na tela. Pelo contrário, elas podem evoluir para quadros graves, como o transtorno de estresse pós-traumático (TEPT).

O Jornal da Tarde, da TV Cultura, convidou o psiquiatra Rodrigo Bressan, presidente e fundador do Instituto Ame Sua Mente, para falar sobre os impactos do problema. Bressan explica como os efeitos da violência digital podem se prolongar mesmo após o fim das agressões: “Mesmo longe das redes sociais, o jovem continua revivendo os episódios, o que gera muita ansiedade”.

Casos como o de Gabriela ilustram bem essa realidade. Ela enfrentou o cyberbullying aos 13 anos. Hoje, aos 18, ainda lida com dificuldades emocionais, insegurança e medo de rejeição. Para se recuperar, a jovem recebe acompanhamento de psicólogos e psiquiatras. Isso confirma que a dor causada pela violência online é tão real quanto a de qualquer outro tipo de agressão.

Nesse contexto, as escolas têm um papel decisivo contra a violência virtual. Por exemplo, uma instituição da Zona Oeste de São Paulo, promove debates sobre o tema com os alunos. Além disso, ela reforça a importância de relações respeitosas e empáticas. Por fim, os  educadores lembram que o agressor não age sozinho. Quem assiste e se cala também ajuda a perpetuar o problema.

Desde 2023, a lei brasileira reconhece o cyberbullying como crime e prevê penas de até quatro anos de prisão. Por isso, o alerta é claro: é preciso combater a violência virtual. Afinal, o sofrimento pode ser digital, mas os danos são profundamente humanos.

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Nova norma exige atenção das empresas à saúde mental no ambiente de trabalho

Nova norma exige atenção das empresas à saúde mental no ambiente de trabalho

Nova norma exige atenção das empresas à saúde mental no ambiente de trabalhoEm 26 de maio de 2025, entrou em vigor uma nova obrigação legal. Ela promete mudar a forma como a saúde mental é tratada no ambiente de trabalho.

A atualização, feita pelo Ministério do Trabalho e Emprego, alterou a Norma Regulamentadora nº 1 (NR-1). A partir de agora, todas as empresas devem incluir a avaliação de riscos psicossociais nos programas de segurança e saúde no trabalho.

Em entrevista para o portal UOL, o psiquiatra Rodrigo Bressan, presidente do Instituto Ame Sua Mente, afirma que essa medida representa um avanço importante, pois fortalece a promoção da saúde mental no ambiente corporativo. Além disso, ele ressalta que “os líderes precisam compreender as questões de saúde mental e participar ativamente da construção de um ambiente colaborativo e respeitoso”.

Da mesma forma, a nova regulamentação busca prevenir quadros como ansiedade, depressão e burnout.  Ela ainda pretende melhorar o desempenho das equipes. Nesse contexto, Bressan compara o cuidado com a saúde mental no trabalho a um EPI — Equipamento de Proteção Individual — justamente porque o diálogo e o suporte psicológico devem fazer parte da rotina corporativa.

Além de evitar multas, empresas que se adaptarem à NR-1 tendem a conquistar ganhos em produtividade e bem-estar. Isso ocorre porque os problemas emocionais estão entre as principais causas de absenteísmo e presenteísmo, impactando diretamente os resultados. Por fim, a norma também garante igualdade de direitos e cuidados para trabalhadores presenciais e remotos.

Para cumprir a nova exigência, o RH pode, por exemplo, buscar consultorias especializadas. Outra alternativa é utilizar canais como o hotline psicológico.

Em última análise, mais do que simplesmente cumprir a lei, cuidar da saúde mental configura-se como uma estratégia inteligente. Hoje, cuidar da saúde mental no ambiente de trabalho é essencial para empresas que desejam prosperar de forma sustentável.

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Ansiedade na infância: Gustavo Estanislau alerta sobre sinais e impactos em entrevista ao RepLago

Ansiedade na infância: Gustavo Estanislau alerta sobre sinais e impactos em entrevista ao RepLago

Ansiedade na infânciaO psiquiatra Gustavo Estanislau, do Instituto Ame Sua Mente, participou de uma entrevista ao podcast RepLago. Ele abordou um tema cada vez mais urgente: a ansiedade na infância. Ao lado da pedagoga Alcione Marques, discutiu como fatores sociais, familiares e escolares contribuem para o crescimento expressivo dos casos de ansiedade entre crianças e adolescentes.

Segundo Estanislau, a ansiedade na infância vai muito além do nervosismo ocasional. Na verdade, ela está ligada a um estado constante de alerta e preocupação. Assim, quando esse estado é desproporcional à realidade, ele afeta diretamente o comportamento e a qualidade de vida das crianças. “Crianças ansiosas evitam situações, deixam de fazer atividades prazerosas e desenvolvem insegurança social e escolar”, explicou o psiquiatra.

O episódio também destacou diversos contextos que funcionam como gatilhos da ansiedade na infância. Entre eles, estão o uso excessivo de telas, a pressão por desempenho, a falta de tempo para brincar e a ausência de contato com a natureza. Além disso, Estanislau reforçou que pais ansiosos têm até três vezes mais chances de criar filhos ansiosos. Por isso, é tão importante cuidar da saúde mental de toda a família.

A escola foi apontada como peça-chave na identificação dos sinais de sofrimento emocional. Mudanças bruscas de comportamento, isolamento e queda no rendimento escolar são alertas importantes de que algo não vai bem. Diante desse cenário, Estanislau recomenda procurar ajuda profissional sempre que a ansiedade na infância causar esquiva, sofrimento ou prejuízo significativo nas atividades do dia-a-dia.

Segundo os especialistas, brincar, conviver com a natureza e ter momentos de ócio são estratégias simples, mas poderosas, para prevenir e tratar a ansiedade desde cedo. Por fim, a mensagem do episódio é clara: acolher, escutar e agir de forma integrada é fundamental para garantir o bem-estar das novas gerações.

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Violência nas escolas: especialista alerta para urgência da intervenção diante de casos de bullying

Violência nas escolas: especialista alerta para urgência da intervenção diante de casos de bullying

Violência nas escolasA violência no ambiente escolar voltou a ser tema de debate. O assunto ganhou destaque após a reportagem da Rádio BandNews FM sobre uma adolescente de 15 anos, bolsista de um colégio tradicional de São Paulo. Ela foi vítima de racismo e homofobia por parte de colegas. Segundo a família, as ofensas eram constantes. Além disso, mesmo após diversas tentativas de contato com a escola, nenhuma medida efetiva foi tomada.

No final de abril, a jovem foi encontrada desacordada no banheiro da instituição. Trata-se de um possível caso de tentativa de suicídio. Esse episódio evidencia, portanto, os graves impactos da violência emocional e simbólica na saúde mental de adolescentes.

Em entrevista à BandNews, o psiquiatra Gustavo Estanislau — especialista em saúde mental do Instituto Ame Sua Mente — ressaltou que é essencial agir imediatamente diante dos primeiros sinais de bullying. Segundo Estanislau,  “situações de violência, por menores que pareçam, tendem a se intensificar quando negligenciadas. A intervenção precoce é fundamental”, alertou.

Além das vítimas diretas, a violência escolar também afeta os estudantes que testemunham os episódios. Inclusive, dados do Centro de Controle e Prevenção de Doenças dos Estados Unidos mostram que, mesmo os jovens que apenas observam essas situações, têm a saúde mental prejudicada. O psiquiatra reforçou que o trabalho de prevenção precisa envolver toda a comunidade escolar — educadores, famílias e alunos.

A reportagem ainda apresentou outros casos de preconceito em diferentes instituições de ensino. Esses relatos reforçam, assim, a importância de uma inclusão real e de uma escuta ativa por parte das escolas. O Colégio Mackenzie, onde ocorreu o caso principal, informou que está apurando a situação e oferecendo suporte à família.

Por isso, em uma sociedade cada vez mais conectada, combater a violência exige ação conjunta, empatia e uma mudança cultural nas escolas.

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As telas e a hiperconexão – TV BRASIL

As telas e a hiperconexão – TV BRASIL

Em entrevista à TV Brasil, o psiquiatra Pedro Pan, especialista do Instituto Ame Sua Mente, alertou para os efeitos da hiperconexão entre o mundo real e o digital. Hoje, o uso de dispositivos móveis cresce de forma acelerada. O Brasil, por exemplo, já soma 480 milhões de aparelhos em uso. Como consequência, a dependência tecnológica se tornou um desafio importante para a saúde mental — especialmente entre crianças e adolescentes.

Segundo Pedro Pan, o excesso de estímulos digitais sobrecarrega a atenção e a memória. Além disso, o cérebro passa a priorizar recompensas imediatas, como likes e notificações, em vez de manter o foco em tarefas essenciais. Por isso, adolescentes que passam muitas horas no celular apresentam maior risco de ansiedade, depressão e baixo desempenho escolar.

Para combater esse problema, desde 2024, uma lei federal proíbe o uso de aparelhos eletrônicos em sala de aula. Dessa forma, busca-se reduzir distrações e melhorar a aprendizagem. Além disso, a medida incentiva interações presenciais entre os estudantes e combate a dependência digital, que pode causar isolamento e dificuldade de concentração. Para encontrar equilíbrio, Pedro Pan recomenda definir limites diários para o uso das telas, além de  priorizar atividades offline, como esportes e brincadeiras ao ar livre. Também é fundamental conversar com os jovens sobre os riscos do uso excessivo.

Portanto, a hiperconexão é um problema crescente, mas, com consciência e políticas adequadas, é possível reconectar-se ao que realmente importa.

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Felicidade no trabalho: Andréa Regina explica os desafios e possibilidades – NEXO

Felicidade no trabalho: Andréa Regina explica os desafios e possibilidades – NEXO

Felicidade no Trabalho: Especialista Andréa Regina Explica os Desafios e Possibilidades

 

 

A busca pela felicidade no ambiente corporativo tem ganhado cada vez mais destaque, especialmente com o surgimento de cargos como a chamada “diretoria da felicidade”. Mas será que é realmente possível garantir esse sentimento no contexto profissional? Para refletir sobre essa questão, a especialista Andréa Regina, diretora executiva do Instituto Ame Sua Mente, analisa o tema para o Nexo.

 

 

O que realmente define a felicidade no trabalho?

De acordo com Andréa Regina, a felicidade no ambiente profissional não está relacionada apenas a benefícios ou recompensas materiais. Pelo contrário, ela está profundamente ligada a fatores como:

  • Segurança psicológica, ou seja, o poder de se expressar sem medo de julgamento ou punição;

  • Estado de flow, que é a sensação de imersão e satisfação durante a realização de tarefas significativas;

  • Lideranças humanizadas, que influenciam diretamente a vivência dos colaboradores — segundo estudos, representam cerca de 80% da satisfação ou insatisfação no trabalho.

Além disso, a especialista destaca que:

  • Não existe empresa 100% feliz — frustrações e conflitos fazem parte do processo de crescimento individual e coletivo;

  • A postura da liderança é decisiva — gestores autoritários ou despreparados podem comprometer gravemente o clima organizacional;

  • Políticas de inclusão, comunicação aberta e atenção à saúde mental são pilares fundamentais para promover bem-estar real no trabalho.

 

Andrea: uma carreira dedicada ao bem-estar corporativo 

Com formação em Educação pela USP, MBA em Administração pela FGV e especialização em Promoção da Saúde pela FM-USP, Andréa Regina atua hoje à frente do Instituto Ame Sua Mente. A partir de sua experiência, ela promove estratégias para tornar os ambientes corporativos mais saudáveis, inclusivos e comprometidos com a saúde emocional de seus colaboradores.

A felicidade no trabalho vai além de modismos – exige mudanças estruturais na cultura organizacional. Quer saber mais? Confira a análise completa no Nexo.

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Instituto Ame Sua Mente é selecionado pelo Stanley Creators Fund para expandir projeto de saúde mental nas escolas – VEJA SP

Instituto Ame Sua Mente é selecionado pelo Stanley Creators Fund para expandir projeto de saúde mental nas escolas – VEJA SP

O Instituto Ame Sua Mente foi a única organização da América do Sul escolhida para receber o apoio do Stanley Creators Fund 2025. Esse é o programa de subsídios da marca Stanley 1913. O prêmio é de US$ 50 mil, cerca de R$ 280 mil. Todo o valor será destinado à expansão do projeto Ame Sua Mente na Escola.

Segundo Rodrigo Bressan, psiquiatra e presidente-fundador do Instituto, o reconhecimento tem um peso especial. “Para um instituto jovem, com apenas cinco anos, ser o único selecionado na América do Sul é motivo de orgulho. Também é uma validação do nosso trabalho”, afirmou em entrevista à revista Veja São Paulo.

No total, o Stanley Creators Fund selecionou oito iniciativas de diferentes países. Todas apresentam soluções inovadoras para desafios sociais urgentes. Entre as organizações premiadas estão a sul-africana SafeBAE, que combate a violência sexual nas escolas, e a suíça SprinACT, criadora de um chatbot de apoio a vítimas de violência doméstica.

“O processo de seleção foi extremamente cuidadoso. Por isso, quando recebemos o resultado, a alegria contagiou a todos”, contou Bressan. Para o Instituto Ame Sua Mente, esse recurso será fundamental. Assim, será possível ampliar as ações junto a educadores em São Paulo e, gradualmente, em outros estados.

O projeto Ame Sua Mente na Escola capacita educadores para promover saúde mental. Além disso, ajuda a combater o preconceito e a prevenir transtornos mentais graves no ambiente escolar. Ou seja, por meio do conhecimento, o Instituto fortalece o educador para lidar com os desafios diários. Por fim, o programa também cuida do bem-estar dos próprios educadores.

Desenvolvida por especialistas em saúde mental do Instituto Ame Sua Mente, a formação é 100% online. Além disso, o curso é formado por 8 módulos e aborda temas como autocuidado, depressão, ansiedade e TDAH.

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Projeto “Ame Sua Mente na Escola” Capacita Educadores para Cuidar da Saúde Mental – SPLASH UOL

Projeto “Ame Sua Mente na Escola” Capacita Educadores para Cuidar da Saúde Mental – SPLASH UOL

 

 

 

O Instituto Ame Sua Mente está transformando a abordagem da saúde mental nas escolas paulistas. Com 7.500 profissionais já capacitados, o programa oferece 5.000 vagas gratuitas para professores, gestores e psicólogos da rede estadual de São Paulo. As inscrições estão abertas até 22 de abril no site da EFAPE.

 

Impacto do “Ame Sua Mente” na Educação

– Capacitação em 8 módulos, incluindo depressão, ansiedade, TDAH e bullying.
– Resultados em 2024: 85,6% dos participantes se sentem preparados para identificar problemas mentais em alunos.
– 96,4% reduziram estigmas sobre transtornos psicológicos.
– Mais de 180 mil estudantes impactados indiretamente.

 

Por Que Apoiar a Saúde Mental nas Escolas?

No Brasil, apenas 20% dos jovens com transtornos mentais recebem tratamento. Falta de conhecimento e preconceito agravam o problema, levando a:

– Dificuldades de aprendizagem
– Evasão escolar
– Consequências na vida adulta

O Instituto Ame Sua Mente combate esse cenário, promovendo prevenção, autocuidado e acolhimento no ambiente escolar.

Faça parte dessa mudança! Inscreva-se e ajude a construir uma educação que realmente ama a mente.

 

Trabalho: número de afastamentos segue crescendo – TVT News

Trabalho: número de afastamentos segue crescendo – TVT News

Saúde Mental no Trabalho

Em entrevista à TVT, o psiquiatra Gustavo Estanislau, do Instituto Ame Sua Mente, destacou o crescimento de afastamentos do trabalho por questões de saúde mental, como ansiedade e depressão – só em 2023, foram 470 mil casos.

Estanislau explicou que a sobrecarga de estímulos (trabalho, mensagens, redes sociais) mantém o cérebro em alerta constante durante o trabalho, reduzindo produtividade e aumentando o cansaço. A falta de tempo para necessidades básicas – como dormir, alimentar-se e ter lazer – agrava o problema.

 

 

Família e Trabalho: O Círculo Vicioso

O especialista relacionou a jornada exaustiva dos pais à dificuldade de acompanhar filhos, especialmente adolescentes. Com pais ausentes ou exaustos, jovens buscam apoio em redes sociais, expondo-se a riscos. A falta de diálogo em casa, muitas vezes causada por escalas de trabalho abusivas, prejudica o desenvolvimento emocional.

 

Instituto Ame Sua Mente: Promovendo Saúde Mental

O instituto, onde Estanislau atua, desenvolve capacitações para educadores e famílias, focando em prevenção e humanização do cuidado. Ele criticou a falta de políticas públicas efetivas e defendeu maior investimento em saúde mental no SUS para evitar custos sociais e econômicos futuros.

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Jogos de apostas: adolescentes são os mais vulneráveis – ESTADÃO

Jogos de apostas: adolescentes são os mais vulneráveis – ESTADÃO

apostas
A matéria publicada no Estadão apresenta dados recentes do Ministério da Justiça sobre o crescente número de adolescentes apostadores que já demonstram sinais de dependência. Além disso, o levantamento revela um cenário alarmante: nada menos que 55,2% dos jovens entre 14 e 17 anos que apostam apresentam indícios claros de vício — um índice consideravelmente superior ao observado na população adulta.

Diante desse quadro preocupante, o psiquiatra Gustavo Estanislau, do Instituto Ame Sua Mente faz um alerta importante: é urgente reconhecer os riscos que esse fenômeno representa para a saúde mental da juventude brasileira.

Fatores de Vulnerabilidade em Adolescentes

A matéria mostra que a neurociência identifica quatro aspectos críticos que tornam os jovens especialmente suscetíveis. Em primeiro lugar, há o desenvolvimento incompleto do córtex pré-frontal, o que compromete o controle de impulsos. Além disso, observa-se uma hiperatividade do sistema de recompensa cerebral. Somam-se a isso a maior propensão a comportamentos impulsivos e a dificuldade em avaliar consequências de longo prazo. Esses fatores, combinados, tornam os adolescentes alvos fáceis para as armadilhas do jogo online.

O Impacto das Plataformas de Apostas

Nos últimos anos, as apostas online criaram um ambiente de risco sem precedentes. Por exemplo, há exposição constante através de redes sociais e plataformas de streaming. Adicionalmente, as estratégias de marketing são agressivas, muitas vezes utilizando ídolos esportivos como forma de atrair jovens. Outro ponto crítico é a fragilidade nos mecanismos de verificação de idade, que frequentemente falham. Por fim, as interfaces são projetadas para estimular o engajamento contínuo, tornando o abandono da prática ainda mais difícil.

Como consequência direta, os números revelam a gravidade da situação. Cerca de 22,4% dos jovens apostadores desenvolvem problemas financeiros graves. Além disso, 33% apresentam quadros de ansiedade ou depressão. Em paralelo, houve um aumento de 170% em casos de endividamento com agiotas. Da mesma forma, observou-se um crescimento de 85% na evasão escolar relacionada a apostas. Esses dados, portanto, reforçam a urgência de ações concretas.

Estratégias de Prevenção e Enfrentamento

Especialistas recomendam medidas urgentes:
1. Fortalecimento da regulamentação sobre publicidade
2. Implementação de sistemas eficazes de verificação de idade
3. Desenvolvimento de programas educacionais nas escolas
4. Expansão de serviços de apoio psicológico especializado
5. Engajamento dos pais no monitoramento de atividades online

“Estamos diante de um desafio complexo que exige ação coordenada”, afirma Estanislau. “As apostas online representam uma ameaça significativa ao desenvolvimento saudável dos jovens, com consequências que podem perdurar por toda a vida adulta.”

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Saúde Mental dos Jovens: Como as Escolas Podem Ajudar? – Veja São Paulo

Saúde Mental dos Jovens: Como as Escolas Podem Ajudar? – Veja São Paulo

Saúde Mental dos Jovens: Como as Escolas Podem Ajudar?

 

 

A série “Adolescência” (Netflix) chocou ao mostrar um jovem “comum” cometendo um crime brutal, levantando questões urgentes sobre saúde mental, bullying e influência digital. Especialistas, incluindo Rodrigo Bressan, psiquiatra e presidente do Instituto Ame Sua Mente, alertam: escolas têm papel crucial na prevenção da saúde mental dos jovens.

 

 

O Perigo Invisível: Isolamento e Redes Sociais

  • A série retrata como jovens como Jamie (personagem principal) podem ser influenciados por comunidades online tóxicas, como os “incels” (celibato involuntário), que propagam ódio e frustração.

  • Bressan destaca: “Esses comportamentos passam despercebidos porque ocorrem no virtual – pais e educadores não enxergam o risco”.

 

O Que as Escolas Podem Fazer quanto a saúde mental dos Jovens?

  • Promover diálogo aberto sobre redes sociais, bullying e saúde mental.
  • Criar espaços de acolhimento com psicólogos para identificar alunos em risco.
  • Envolver os pais no ambiente escolar, incentivando supervisão ativa da vida online.
  • Usar esportes e atividades coletivas para fortalecer autoestima e socialização.

#Jovens #SaúdeMental #Adolescência #Escolas #RodrigoBressan

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Adolescência e o risco das comunidades incels – FOLHA DE S. PAULO

Adolescência e o risco das comunidades incels – FOLHA DE S. PAULO

adolescência

 

A adolescência é uma fase de intensas transformações emocionais, sociais e cognitivas. Nesse período, muitos jovens buscam pertencimento. No entanto, essa busca pode levá-los a comunidades perigosas online — como os fóruns de incels, tema central da série Adolescência, da Netflix.

A produção acompanha a história de um adolescente acusado de assassinato e mostra como esses grupos podem moldar a visão de mundo dos jovens, influenciando pensamentos e comportamentos. Por isso, a série acende um alerta importante sobre os riscos  desse tipo de interação.

O psiquiatra Gustavo Estanislau, especialista em saúde mental do Instituto Ame sua Mente, destaca a importância do diálogo e da escuta ativa com os adolescentes. Além disso, mudanças no comportamento e o uso excessivo das redes sociais devem ser acompanhados de perto por famílias, educadores e profissionais de saúde. Desta forma, é possível agir antes que situações mais graves aconteçam.

 

Racismo, Machismo e antipatriota

A entrada precoce em fóruns incels — onde são comuns discursos de ódio contra mulheres, racismo e rejeição ao Brasil — evidencia como o ambiente digital pode impactar negativamente o desenvolvimento emocional dos adolescentes. Assim, esses espaços acabam se tornando ainda mais perigosos para quem já se sente isolado ou incompreendido.

Por outro lado, pesquisas revelam que muitos jovens da geração Z, que estão justamente passando por essa fase, já compartilham ideias conservadoras e distorcidas sobre o papel das mulheres. Expressões como “masculinismo”, “regra 80/20” e ataques à igualdade de gênero circulam com frequência em vídeos curtos e fóruns fechados. Muitas vezes, esse tipo de conteúdo ganha visibilidade graças a algoritmos que favorecem discursos radicais.

Além disso, frustração e isolamento — sentimentos intensificados durante a pandemia — tornam os adolescentes ainda mais suscetíveis a ideologias extremistas. Por esse motivo, oferecer apoio emocional, fortalecer vínculos e incentivar o pensamento crítico desde cedo são atitudes fundamentais.

Entender os riscos digitais na adolescência é um passo essencial para prevenir danos emocionais e sociais duradouros. Nesse sentido, a série e a análise de especialistas, como Gustavo Estanislau, reforçam a urgência de abordagens mais responsáveis e cuidadosas na promoção da saúde mental dos adolescentes.

Confira a matéria completa através do link! 

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Série “Adolescência” na Netflix: Escolas de SP Alertam sobre Riscos da Internet – Metropoles

Série “Adolescência” na Netflix: Escolas de SP Alertam sobre Riscos da Internet – Metropoles

Série "Adolescência" na Netflix

 

 

 

 

A série “Adolescência”, da Netflix, virou ferramenta de conscientização em escolas de São Paulo. A produção, que expõe como redes sociais e conteúdos misóginos influenciam comportamentos violentos entre jovens, está sendo indicada a pais e educadores.

 

Por Que as Escolas Estão Recomendando a série “Adolescência”?

  • “Implacavelmente realista”, a série mostra a “presença ausente” dos pais – estar em casa não significa proteção real para adolescentes.

  • Aborda machismo, bullying e riscos online, temas urgentes no ambiente escolar.

  • Colégios como Camino School e Miguel de Cervantes destacam a importância de debater o tema em família.

 

O Papel dos Pais e da Escola

Segundo Ana Carolina, psicóloga do Instituto Ame Sua Mente, a internet é como “enviar adolescentes a Marte sem supervisionar”. Ela reforça:

  • Educação midiática é essencial – pais e escolas devem entender termos como “incel” e grupos de ódio online.

  • Presença ativa (não apenas física) faz diferença: ouvir, debater e orientar sobre empatia e segurança digital.

 

Adolescência Hoje: Desafios Reais

A série escancara riscos já discutidos nas escolas:

  • Influência tóxica de redes sociais no comportamento.

  • Falta de diálogo em casa aumenta vulnerabilidade.

  • Escolas devem agir, mesmo sem ter “todas as respostas”.

 

Para ler a matéria completa, acesse o link! 

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